Onde pedir supermercado e comida sem sair de casa

Por Redação IQ 360

Com o avanço da pandemia no Brasil, diversas foram as formas que as pessoas encontraram para evitar sair de casa. Serviços de entrega emergiram ainda mais fortes como substitutos de afazeres rápidos, como uma ida ao supermercado. Dessa forma, não é segredo que os negócios que souberam se adaptar rapidamente à demanda ou os que já trabalhavam com entregas se destacaram e estão levando a melhor.

Saiba quais são os serviços que estão fazendo entregas de supermercados e de comidas:

Supermercados: menos exposição, mais entregas

Segundo o Rappi, logo no começo da quarentena eles tiveram uma semana em que registraram 280% de novos cadastros, já o James Delivery teve um aumento de pedidos de mais de 800%. No geral, o Grupo Pão de Açúcar, que abrange as marcas Pão de Açúcar, Extra e Assaí anunciou um crescimento de vendas no e-commerce alimentar de 120%.

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Um dos exemplos é o Rappi, conhecido por seu um superapp (que no mundo startupeiro significa um aplicativo que acaba englobando vários serviços diversos) de entregas: supermercados, restaurantes, farmácias, ou só serviços de entrega mesmo. Para quem tem interesse em fazer compras de supermercado pelo Rappi, é possível achar grandes redes, como Carrefour, Mambo e mais e ainda ter a opção de entregas de até 30 minutos ou agendadas.

“Atender a demanda e apoiar todo o ecossistema sempre foi nossa prioridade, por isso triplicamos o número de personal shoppers (profissionais responsáveis por fazer a compra no supermercado para o cliente) e aumentamos em 50% o time de atendimento ao cliente.”

Outra promessa de superapp é o James Delivery, do Grupo Pão de Açúcar, que também traz a opção de vários tipos de entrega. O seu diferencial está nas marcas da rede, como o supermercado Pão de Açúcar e o Extra, e a promessa de entregas realizadas em aproximadamente 35 minutos.

Além dessas opções, os aplicativos dos próprios supermercados, como Carrefour Brasil, Mambo e Pão de Açúcar Mais também são opções para driblar a exposição durante a quarentena.

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Médios e pequenos como alternativa

O público não está recorrendo somente a grandes redes de supermercado: empresas como a Livup, startup de alimentos congelados, também sofreram o impacto da quarentena. “No período inicial da quarentena nossa demanda chegou a dobrar de tamanho, atualmente ela se encontra em um nível superior ao período pré-quarentena”, afirma Victor Santos, CEO e Co-Fundador.

A marca defende a alimentação orgânica e prática, as comidas podem ser descongeladas facilmente no microondas conforme as instruções, e aposta na parceria com famílias de pequenos produtores. Esses diferenciais, por sinal, podem ser decisivos para quem não tem tempo ou habilidade para cozinhar e está disposto a pagar uma média de R$ 22 a R$ 26 por prato.

Outra forma de fazer compras de pequenos produtores é por meio do projeto Salve os Pequenos, iniciativa que conecta pequenos empreendedores a clientes que estão evitando sair de casa. O site tem vários tipos de negócios cadastrados, desde feirantes, pequenos mercados e marmitas. É só entrar em contato com o negócio e encomendar o produto que deseja.