Sistema all inclusive: vale a pena na hora de viajar?

Por Redação IQ 360

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Viajar está na lista de sonhos da maioria das pessoas. A possibilidade de conhecer lugares, culturas, gastronomias e pessoas diferentes encanta. E muita gente trabalha e economiza todo e qualquer dinheirinho para poder conseguir botar o pé na estrada. Mas os custos que envolvem uma viagem estão cada vez mais altos. É passagem, hospedagem, alimentação, passeios, souvenirs. A lista de gastos não termina nunca!

Geralmente, depois das passagens, a hospedagem e a alimentação são os itens mais caros. É por isso que o sistema all inclusive vem se popularizando e conquistando grande parte dos turistas que ainda se arriscam a gastar dinheiro viajando. Em geral, ele é oferecido apenas em resorts, aqueles complexos que unem hotel e entretenimento num único local.

Para saber se essa modalidade vale a pena, é preciso avaliar o seu estilo de viagem e de consumo. Seria muito desperdício de recurso pagar por um serviço que você não irá usar.

Confira neste artigo algumas informações fundamentais para você decidir se o sistema all inclusive é uma boa alternativa para você ou não.

O que é sistema all inclusive?

All inclusive é uma expressão em inglês que quer dizer “tudo incluso”. O termo em si já resume bem a sua funcionalidade. Isso significa que o preço que você paga pela hospedagem já inclui os serviços de alimentação e (na maioria das vezes) de bebidas também. Isso contempla as três refeições básicas, café-da-manhã, almoço e jantar, incluindo sobremesa, bebidas alcoólicas e não-alcoólicas. Também são oferecidas refeições intermediárias como lanche da tarde e snacks ao longo do dia.

O all inclusive vale para todos os restaurantes do resort (em geral, há sempre mais de um, com diferentes variedades de cardápios), bares e até mesmo serviço de quarto.

Mas lembre-se: all inclusive não é sinônimo de luxo. Por isso, não necessariamente você terá refeições gourmets ou extremamente elaboradas, assinadas por chefs de cozinha altamente gabaritados e bebidas de primeira linha. Mas você poderá comer e beber à vontade, sem ter de pagar nada a mais por isso.

Onde encontro sistema all inclusive?

Na maioria das vezes essa modalidade é aplicada em resorts, aqueles complexos de hotéis que unem hospedagem e entretenimento no mesmo local. Os turistas que utilizam esse tipo de serviço, em geral, estão buscando uma alternativa mais tranquila. Não querem sair do hotel para fazer nada, apenas curtir e relaxar. Por isso é fundamental que as refeições sejam oferecidas dentro do local.

Os resorts e pousadas que ficam em locais de difícil acesso também se valem desse sistema para conseguir atender os hóspedes, por exemplo, em praias desertas ou que sejam longe de zona urbana com acesso a restaurantes.

Quase 100% dos sistemas de alimentação dentro de navios de cruzeiro também são all inclusive. Mas alguns ainda optam por cobrar a bebida alcoólica a parte.

Diferença de all inclusive e pensão completa?

A diferença do all inclusive para a pensão completa está no número de refeições. Nesta última, estão incluídas apenas as refeições básicas, café-da-manhã, almoço e jantar. Você pode consumir e solicitar comidas, snacks, bebidas e outros tipos de refeição ao longo do dia, no entanto, elas serão cobradas no seu check-out. Por isso, é melhor se preparar para não ter surpresas no final.

Atenção! Pensão completa é diferente de meia-pensão. Na meia-pensão é oferecido apenas o café-da-manhã e o jantar.

Vale a pena viajar com sistema all inclusive?

A resposta é: depende. Se o seu objetivo é ir para um lugar conhecer pontos turísticos, passear e bater perna, FUJA! Essa não é a opção mais adequada para quem não pretende passar muito tempo dentro do hotel, resort ou da pousada.

Agora, de você busca uma viagem de ritmo mais tranquilo, para poder descansar e aproveitar das comodidades de ter tudo ao seu alcance de forma rápida e simples sem ter que se preocupar, o all inclusive foi feito para você. No entanto, tenha consciência de que você irá pagar um pouco mais caro por isso.

É preciso calcular o custo-benefício desse tipo de hospedagem. Faça um comparativo. Quanto você vai gastar para ter o sistema all-inclusive? O local tem boas avaliações sobre a alimentação? Quanto você gastaria se optasse por comer fora do hotel? Há opções viáveis na região? Verifique tudo isso para não passar apertado.

Ter um planejamento prévio é essencial para viajar! Para não contrair uma dívida que você não vai conseguir pagar, é fundamental fazer uma previsão de custos e condições de pagamento para saber se você realmente pode fazer a viagem.

E mesmo após viajar, é preciso colocar na ponta do lápis todos os gastos para saber se você manteve o orçamento previsto ou se de alguma forma estourou o limite.

Uma dica de ouro é adquirir todos os itens necessários para a viagem com bastante antecedência, assim quando chegar o dia do passeio, você estará com quase tudo quitado e vai se preocupar apenas com o dinheiro para gastar durante o período.

O iq te ajuda a organizar o orçamento e visualizar de forma ampla o seu atual cenário financeiro. Através da plataforma, você pode controlar melhor seus gastos e avaliar se realmente consegue arcar com os custos da sua tão sonhada viagem.